
Acabou a feirazita de arte do ano do CRASH financeiro. Agora que os bancos privados que gastavam o seu dinheirito na compra de arte estão falidos, coitados, e até pedem empréstimos ao Banco de Portugal para sei lá, continuarem na sua vidinha que custa a todos, o pindérico mercado de arte português vendeu menos. Mas como quem vende são sempre os mesmos, por mim, bem podem falir todos os bancos. A promiscuidade entre arte e mercado , curadores e administradores de bancos ou lá o que é, produz todo o tipo de interesses que não o artistico. Pode ser que termine a moda dos emergentes: artistas, curadores, coleccionadores, galeristas, banqueiros, todos saídos à pouco tempo da adolescência, ainda com marcas de acne.


0 Comments:
Post a Comment
<< Home